Depois de várias tentativas de manter um blog, que falharam, finalmente consegui chegar numa ideia que, certamente me obrigaria a estar sempre atualizando uma página da internet. E, que não poderia ser diferente, em se tratando de mim. Nesse espaço, vou trazer citações de livros que eu li e que me ajudaram na difícil tarefa de formar uma personalidade forte, que busca fugir do senso comum, que caminha à procura do que é excêntrico, do que é singular, de ideias em que poucas pessoas brigam por elas, e que a maioria não concebe, não abre os seus corações para que se deixe entrar novos conceitos, novos jeitos de ser, novos conhecimentos. Nada que, de repente, possa sugerir uma mudança. As pessoas não gostam de mudar. Eu gosto de aprender. Eu gosto de conhecimento e, quase sempre, a concepção de um novo conhecimento sugere a mudança de antigas premissas. Mudar, portanto, é necessário. Já dizia Raul Seixas em sua canção: "mas eu prefiro ser, essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo."



sexta-feira, 8 de junho de 2012

Das escolhas da vida

"Aprendi que o amor é feito de liberdade. É como ter, todos os dias, muitas outras opções. E, ainda assim, fazer a mesma livre escolha.
Dessas pequenas vitórias se faz a alegria de amar e ser amado. Descobrir no olhar do outro que você foi escolhido de novo. E de novo, mais uma vez."
Cris Guerra, 2008, p.146 

Da Afinidade


"Afinidade, filho, é quando a gente tem muitas coisas parecidas com alguém. Pode ser uma coisa que a gente gosta de fazer, algo na vida que emociona a gente, pode ser uma vontade, um sonho - ou muitos deles. Afinidade também é o que faz duas pessoas quererem dormir de conchinha, por exemplo. Ou o que deixa a sensação de estar levando a outra pessoa com a gente, aconteça o que acontecer. Como se ela fosse uma parte de você e você, uma parte dela."
Cris Guerra, 2008, p.55

Da Magia da Mudança




"A vida é como um livro aberto. Não um livro escrito pelo destino inexorável, aberto à devassa, mas sim páginas em branco, um papel em permanente reciclagem, um texto mutável por minhas humanas possibilidades de leitura, escrita, conexões e escolhas."



Souza; Rosset, 2006,
p.13

Da Mulher Selvagem



E então, o que é a Mulher Selvagem? Do ponto de vista da psicologia arquetípica, bem como pela tradição das contadoras de histórias, ela é a alma feminina. No entanto, ela é mais do que isso. Ela e a origem do feminino. Ela é tudo o que for instintivo, tanto no mundo visível quanto do oculto - ela é a base. Cada uma de nós recebe uma célula refulgente que contém todos os instintos e conhecimentos necessários para a nossa vida.
(...)
Onde ela está presente? Onde se pode senti-la? Onde se pode encontrá-la? Ela caminha pelos desertos, bosques, oceanos, cidades, nos subúrbios e nos castelos. Ela vive entre rainhas, entre camponesas, na sala de reuniões, na fábrica, no presídio, na montanha da solidão. Ela vive no gueto, na universidade e nas ruas. Ela deixa pegadas para que possamos medir nosso tamanho. Ela deixa pegadas onde quer que haja uma única mulher que seja solo fértil.
(...)
As pessoas podem pedir evidências, uma comprovação da existência da Mulher Selvagem. No fundo, estão pedindo provas da existência da psique. Já que somos a psique, somos também a prova.
(ESTÈS, 1994, p.27-28)