"Qualquer coisa que possa acontecer a um jardim pode acontecer à alma e à psique - excesso de água, falta de água, pragas, calor, tempestades, enchentes, invasões, milagres, ressecamento, reverdecimento, bênçãos, cura.
(...)
O jardim é uma prática de meditação, a de dizer a hora de alguma coisa morrer. No jardim, podemos ver a hora de desfrutar e a hora da regressão. No jardim, estamos nos movendo de acordo com a inspiração e a expiração da grande natureza selvagem, não contra ela."
Estés, 1994, p. 131

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